Frequência escolar

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Taxa de frequência líquida no ensino fundamental e médio - 1990-2015

No ano de 1994 não houve a PNAD. A partir de 2010, considerou-se para o ensino fundamental nove anos de estudos.

Fonte: IBGE - Censo Demográfico e PNAD

No Estado, em 1.990, 23,7% das crianças de 7 a 14 anos não estavam cursando o ensino fundamental.

Em 2.006, o Ministério da Educação, como uma das providências para melhorar a qualidade da educação, estabeleceu a implantação do ensino fundamental de nove anos no País. Assim, passou a ser considerada a faixa etária de 6 a 14 anos para o ensino fundamental; em 2.015, verificou-se que 6,1% destas crianças não estavam na escola.

Nas últimas décadas, a frequência de jovens de 15 a 17 anos no ensino médio melhorou. Mesmo assim, em 2.015, 57,8% estavam fora da escola.

Análise para o indicador Taxa de frequência líquida no ensino fundamental e médio - 1990-2015 - Rio Grande do Norte

Conclusão escolar

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Taxa de conclusão no ensino fundamental e médio - 1990-2015

No ano de 1994 não houve a PNAD.

Fonte: IBGE - Censo Demográfico e PNAD

Apesar de ainda precisarmos avançar em relação à frequência escolar, o maior desafio está na conclusão.

A taxa de conclusão do fundamental, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 12,3% em 1.990. Em 2.015, este percentual passou para 51,8%.

Quando analisado o ensino médio, os percentuais de conclusão caem significativamente. Em 1.990, dos jovens de 18 a 24 anos, apenas 13,3% acabavam o ensino médio. Em 2.015, este valor aumenta para 50,9%.

Caso queiramos que em futuro próximo não haja mais analfabetos e que a qualidade da educação melhore, é preciso garantir que todos os jovens cursem o ensino fundamental e sintam-se estimulados a continuar na escola. O percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos, em 2.015, era de 98,6%.

Análise para o indicador Taxa de conclusão no ensino fundamental e médio - 1990-2015 - Rio Grande do Norte

Meta

Meta 3 - Garantir que, até 2015, todas as crianças, terminem o ensino fundamental

Distorção idade-série

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Distorção idade-série no ensino fundamental e médio - 1999-2016

Fonte: Ministério da Educação - INEP

O aluno é considerado em situação de distorção idade-série quando a diferença entre a idade do aluno e a idade prevista para a série é de dois anos ou mais. Percebe-se que a distorção idade-série eleva-se à medida que se avança nos níveis de ensino.

Em 2.016, entre alunos do ensino fundamental, 15,6% estão com idade superior à recomendada nos anos iniciais e 39,1% nos anos finais. A defasagem chega a 42,6% entre os que alcançam o ensino médio.

Análise para o indicador Distorção idade-série no ensino fundamental e médio - 1999-2016 - Rio Grande do Norte

IDEB

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Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB - 2005/2007/2009/2011/2013/2015

Fonte: Ministério da Educação - IDEB

O IDEB é um índice que combina o rendimento escolar às notas do exame Prova Brasil, aplicado no último ano das séries iniciais e finais do ensino fundamental, podendo variar de 0 a 10.

Este Estado, em 2.015, está na 21ª posição, entre os 27 Estados do Brasil, quando avaliados os alunos dos anos iniciais, e na 24ª posição, no caso dos alunos dos anos finais.

O IDEB nacional, em 2.015, foi de 5,3 para os anos iniciais em escolas públicas e de 4,2 para os anos finais. Nas escolas particulares, as notas médias foram, respectivamente, 6,8 e 6,1.

Ainda considerando o IDEB de 2.015, nos anos iniciais, somente 1.694 municípios brasileiros obtiveram nota acima de 6,0; a situação é ainda mais crítica quando se verificam os anos finais: apenas 26 municípios brasileiros conseguiram nota acima de 6,0. Ao analisar apenas os municípios do Estado, 1 deles nos anos iniciais e 0 nos anos finais obtiveram nota igual ou superior a 6,0.

Análise para o indicador Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB - 2005/2007/2009/2011/2013/2015 - Rio Grande do Norte
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